SunNet

o amor nos une

Querida SunNet

Primeira visita Quem somos Compartilhando Boletim  Galeria

Nossas crenças

O relativo conforto da vida é um bom motivo para mantermos o baú de nossas crenças da forma como está, sem retirar ou colocar novas crenças lá dentro. É muito comum pessoas que tenham passado por fortes momentos de desafios nesta vida renovarem seu repertório de crenças e avaliarem melhor o caminho que está seguindo.

São os dois momentos do crescimento pessoal e coletivo: aqueles envolvidos na dor e no sofrmento e aqueles outros temperados pela alegria e pela diversão. Se estamos bem, ótimo; esse é um bom momento para reflexão, pois numa vista rápida ao nosso redor dá para perceber que nem tudo ficará assim por todo o tempo principalmente em relação à natureza e ao meio ambiente e ainda precisamos aprender muito nas questões relacionadas à ciência da convivência humana chamada concórdia.

Se estamos bem, ótimo; se estamos tristes, ótimo. É o chamado do início do terceiro milênio para revermos nossas crenças pessoais, revermos o desenho que fazemos das pessoas, das coisas e de Deus

Por isso se faz o convite àqueles que estão felizes, pois estamos num bom momento para descobrir uma forma de mantermos essa alegria por mais tempo, e para nossos filhos e netos e assim para toda a comunidade. É fácil perceber que o tema em foco neste início de terceiro milênio é a ciência da concórdia e da convivência com os demais aspectos de nossas vida, como por exemplo aceitar a existência das flores e do semelhante dentro de sua forma de viver e que essa forma atenda aos requisitos do Amor e do respeito.

E também podemos fazer o mesmo convite àqueles que estão tristes, que estão sentindo parte do sofrimento do planeta, pois a qualidade deste sofrimento é a mesma para todos e quem sofre precisa ser valorizado como um guerreiro que possui dois desafios: o de sobreviver e o desafio de sentir aqueles sentimentos que contraem a nossa alma. Aqui o sofrimento é considerado como um desafio e uma entrega àquilo que a vida nos deu até então, e que indicam direções a seguir principalmente quando se descobre que o caminho do coração é para todos o melhor.

A alegria e a dor são bons professores portanto. O primeiro diz que cuidemos para continuemos dessa forma, em contato com a realidade de nossa natureza humana, e que esse seja um legado para quem está chegando depois de nós. O segundo nos diz de imediato que há aspectos da existência que precisam ser considerados em nossa vida e que a paz e a tranquilidade são sensações mais agradáveis para estarem perto de nós.

Abrir o baú pode ser fascinante e surpreendente como quando aos poucos vai se encontrando ensinamentos que tivemos, cada experiência passada e assim constatando que muito de nós foi originado dentro da vivência pessoal e familiar. Tendemos a aprender por imitação e a seguir os impulsos naturais, e atualmente muitos de nós estão copiando formas de viver baseadas na tecnologia do virtual, esquecendo de que há alguns séculos estávamos dentro dos ciclos da natureza e que nossas crenças a respeito da vida eram muito mais simples, confortantes e duradouras.

Entrar em contato com nossas crenças é também entrar em contato com a realidade que nos cerca, e isso pode ser muito delicado em muitas situações pois o planeta está por demais precisando de ordem e muitas vezes colocamos a barreira da ilusão para evitarmos entrar em contato diretamente com ele e assim ficamos inseridos dentro de nosso pequeno universo.

Sabemos no entanto que podemos ampliar aos poucos esse espaço  de consciência e irmos ao encontro dos demais de forma a sabermos que existem outros pequenos universos pessoais que podem se integrar até ao ponto de confirmarmos que estamos no mesmo planeta e no mesmo meio ambiente, e que algo em comum podemos fazer para sermos ainda mais felizes por aqui quando conferirmos que a crença básica que está no fundo do baú é a de que o Amor nos une.

O conhecimento das próprias crenças é um caminho muito familiar ao caminho do despertar, e há pessoas que têm uma certa urgência nesse processo, e outras que estão ainda imersas em cada sonho ou lenda pessoal. Abrir aos poucos o baú das crenças é uma boa sugestão para o auto-conhecimento, e se isso for feito de uma forma suave e tranquila como o nascer do sol ainda melhor.

Uma dos melhores momentos na busca das crenças é aquele quando nos damos conta de que estamos cada um de nós sempre procurando felicidade em nossas vidas, ainda que os caminhos nem sempre sejam claros nem tão fáceis assim. Outro momento importante é quando firmamos a consciência de que estamos numa grande escola e essa escola precisa de atenção e carinho de forma que continue atendendo às nossas necessidades.

Nessa escola cada um de nós pode continuar a viver a sua lenda pessoal de ser professor, médico, advogado, homem do campo e dona de casa. No entanto o lugar onde estamos experienciando todas essas emoções e aprendizados está pedindo um reflexão sobre para onde estamos caminhando juntos como povos e civilizações. Nossa escola-planeta está precisando de uma nova direção e como tudo, de uma boa manutenção, e somos nós seus usuários e dirigentes quem vai fazer isso e deixar tudo de alguma forma encaminhado para as próximas gerações.

Se estamos bem, ótimo; se estamos tristes, ótimo. É o chamado do início do terceiro milênio para revermos nossas crenças pessoais, revermos o desenho que fazemos das pessoas, das coisas e de Deus. 

De fato, até o rascunho da existência de um criador é uma eterna disputa entre muitas e variadas consciências que o pintam da forma que mais lhes convém. O momento atual nos convida a concebermos um Deus grande, sem fim, e principalmente de perdão, inteligência e Amor. Sim, nossas crenças sobre Deus podem ser ampliadas e assim devolvermos ao grande criador suas qualidades inerentes de perdão e de Amor infinitos.

A trilha do desvendar das crenças vai nos mostrar que a um mesmo fato podemos dar infinitas explicações, um mesmo fenômeno pode ser entendido por diversos pontos de vista dependendo de quem o está vivenciando, e os melhores pontos de vistas são aqueles que dizem como as coisas acontecem, considerando tudo sempre em movimento, em fluxo sem fim, assim como o caminho de nossa evolução em direção a Deus infinito.

Esse desvendar deixa fácil perceber que aprendemos a viver nessa breve existência quase sem Amor, numa situação de falta de confiança em todos os sentidos, graças à nossa capacidade natural de adaptação. Talvez seja preciso compreender que esta condição de vida pode ser melhorada se nos dispusermos a traduzí-la numa forma mais agradável de viver que é estando inserido em um ambiente de confiança interna pessoal e comunitária, dentro dos rítmos da natureza, perto das plantas, do céu, dos rios, dos animais, e da terra.

É bem verdade que a promessa do mundo tecnológico virtual é tentadora. No entanto, ela é em si mesma contraditória, pouco renovável e de curta duração. É claro que estamos bem nessa realidade, e se assim é, podemos parar um pouco para refletir sobre que direcionamentos tomar para manter e melhorar ainda mais essa situação vivencial, evitando ter de ficarmos tristes para ajustar um pouco nosso leme.

Uma das primeiras constatações que fazemos dessa vida tecnológica virtual é a de que estamos precisando de ordem em nosso meio vivente, e estamos de alguma forma doentes já que  perdemos o modo de vida de contato direto com a natureza, assim como faziam os antigos moradores desta terra que ora pisamos. Previsibilidade talvez seja uma boa qualidade da vida que perdemos, com chuvas, secas, lugares seguros, outros nem tanto, regras, e confiança no curso do rio.

As crenças que estavam no baú de nossos antepassados criaram grupos de famílias reunidas em direção à criação dos filhos e ao bem estar, que possuiam ambiente pessoal, familiar e coletivo, e toda uma variedade de fenômenos a serem admirados, entendidos e explicados. Muitas civilizações tinham reverência a Deus e à consciência livre que eram vivenciados em grupo, onde os costumes pessoais se afinavam mais, nutrindo os integrantes do alimento da espiritualidade.

Dá para ter uma idéia das crenças que temos em nossos baús simplesmente verificando o que estamos fazendo com o planeta e com nossas vidas, pois desde já temos poucos bons motivos para criarmos nossos filhos e netos. Sim, filhos e netos são um bom motivo para abrirmos nossos baús e estudarmos a ciência da conciliação, que nos ensina a ver o mundo com as lentes das crenças de outras pessoas e assim poder negociar em uma mesa redonda de forma que todos saiam ganhando.

Há quem esteja acordado e pesquisando em seu baú, estudando e seguindo na direção da evolução baseada no Amor. Há quem já esteja agindo assim, mesmo sem ter plena consciência desse despertar. Há também aqueles que dormem um sono profundo, e que vez por outra colaboram para a geração de padrões desalinhados com o Amor de Deus. Estes precisam de muito Amor e de boas escolas.

Muitos estão em despertar, e estamos nesse momento, nós e mais milhares de irmãos espalhados pelo planeta. É tempo também de união; tempo de criarmos sinergia e assim fortalecer uns aos outros, naturalmente. Temos aqui uma forma de alcançar sinergia e de conquistar articulação, mesmo que seja pela ação-pela-não-ação.

Um dos maiores ensinamentos da pesquisa das crenças dentro de cada baú é compreender que o desfio do início deste terceiro milênio é a concórdia, pois nada melhor do que conciliar os interesses individuais com os coletivos de forma a melhorarmos a qualidade de vida desta pequena esfera onde estamos inseridos.

A implantação da concórdia vem nos trazer o fim da era da raiva, que é uma das mais primitvas reações de um organismo, e mesmo depois de tanta evolução tecnológica somente agora estamos nos dando conta de que estávamos dentro desta era. A próxima evolução pode ser a evolução em direção ao espírito, quando a compreensão e o entendimento tomam importãncia maior.

Se precisaremos evoluir em direção à perfeição, e se podemos escolher através do sofrimento ou da alegria, é preferível escolher a alegria, pois nosso criador é cuidadoso com sua criação e gostaria de ver um sorriso de satisfação no olhar de cada filho seu. Os tempos anunciam que precisamos nos dar conta do nosso redor, das outras pessoas, da chuva e da seca, dos rios e para onde está indo o sorriso de nossas crianças. Isto o tempo nos dirá. Nosso baú de crenças vai nos mostrar em que acreditamos, nossas regras e práticas e que professores estamos precisando, a dor ou a alegria. 

Se estamos tristes, vamos aprender e despertar. Se estamos felizes, é hora de estudar uma forma de nos mantermos sempre assim. Que o baú seja a nossa diversão e o Deus de Amor a nossa meta.

saudamos o Deus de Amor que há em você

SunNet