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"Deus salve a América do Sul Desperta, ó claro e amado sol
Deixa correr qualquer rio Que alegre esse sertão Essa terra morena, esse calor Esse campo, essa força tropical
Desperta América do Sul Deus salve essa América Central
Deixa viver esses campos molhados de suor Esse orgulho latino em cada olhar esse canto e essa aurora tropical"
('América do Sul' de Paulo Machado)
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Bom dia amigos da SunNet!
1 É com a força tropical que chegamos até você para informar a publicação do 'Boletim SunNet 2008-04-26' com as mais importantes notícias, mensagens, sites, vídeos e eventos do período:
www.sunnet.com.br
1.1 Nesta semana temos um Boletim, e isto significa que na sequência desta carta colocamos uma mensagem feita com muito carinho para você.
2 Gostaríamos de agradecer carinhosamente a cada membro deste grupo pelas valiosas contribuições que enriquecem o portal SunNet que está atraindo cada vez mais pessoas comuns, que estão fora dos círculos especialistas ajudando a democratizar informações para toda a grande rede.
3 Aos poucas as redes estão se interligando, os eventos acontecento muita sinergia sendo criada mostrando a força da sociedade civil organizada acima das bandeiras e das ideologias, já que temos muita gente boa e competente atuando em várias áreas do conhecimento respeitando a natureza e a diversidade, e é justamente essa a nossa missão: 'propagar aquilo e aqueles que estão ajudando a semear e colher um ambiente mais agradável para viver e criar nossos filhos dentro da paz e da harmonia'.
Em outras palavras: a SunNet levanta a bola para você chutar!
4 Muitos eventos alinhados com o terceiro milênio aconteram durante o mês de abril e muitos outros já estão agendados para os meses seguintes. Então, programe-se ou realize algo parecido em sua bioregião: as crianças e todo o planeta vão agradecer.
5 Se você gosta e acompanha nossas mensagens pode agora fazer a inscrição do boletim de forma automática em nosso site ou diretamente a partir do link abaixo:
Clique aqui para se cadastrar e receber os informes SunNet em seu e-mail
http://www.sunnet.com.br/home/index.php?option=com_acajoom&act=subone&listid=3&Itemid=99
6 Quem quiser pode participar enviando eventos e notícias livremente para serem publicados no site da SunNet, bastando fazer o cadastro e compartilhar informações que podem ser úteis na formação da consciência das pessoas para compreender e agir dentro de cada localidade por uma nova realidade.
Se preferir escreva diretamente para nosso e-mail:
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7 Convide amigos e toda a sua rede de relacionamentos para conhecer o projeto SunNet, um grupo de pessoas livres que acreditam que nossa vida pode ser ainda mais simples, tranquila e feliz.
8 É sempre uma alegria poder propagar a voz das redes que estão despertando para os temas ambientais, sociais, ecológicos e humanitários, seja com ações comunitárias, regionais ou globais. Nós da SunNet procuramos sempre estar em sintonia com as crianças e com o planeta neste momento tão especial para todos nós.
Abraços,
Alexandre de Souza Lira Editor da SunNet alira arroba sunnet.com.br
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O Boletim SunNet é inteiramente gratuito para todos, mesmo assim quem quiser pode nos ajudar através de quantias simbólicas como uma forma de incentivo à nossa missão.
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Obrigado desde já pelo incentivo.
PS2: Quem somos:
Somos um provedor de informações para o terceiro milênio e temos o objetivo de ajudar a despertar a consciência ecológica, apontando para notícias, sites e eventos, divulgando as melhores práticas que as redes estão apresentando tendo em vista uma vida mais feliz para nossos filhos e para todo o planeta.
Nossos temas preferidos são:
plantas medicinais terceiro milênio espiritualidade ecologia permacultura agricultura sustentável ecovilas bioarquitetura economia solidária cultura popular e ancestral redes alternativas e comunidades simplicidade voluntária atitudes despertas fraternidade e solidariedade terceiro setor meio ambiente cooperação e articulação Amor
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Boletim SunNet 2008-04-26
Olá Amigos da SunNet!
Uma pequena grande escola -------------------------
Quem está vivo neste início de milênio está tendo a oportunidade de acompanhar e participar ativamente da escolha das trilhas que podemos seguir para construção desse novo período planetário. Para alguns espiritualistas esse fervilhar de acontecimentos vem com a proximidade do ano 2012 e é motivo de expectativas sobre o que de bom pode acontecer depois do fim de alguns calendários ancestrais. Já para os ambientalistas as mudanças climáticas surgiram em boa hora para ampliar o debate sobre o que fazer para recuperar nossos recursos naturais e termos uma vida mais saudável.
E agora que temos em todos os cantos a tecnologia que facilita a comunicação e a conexão de pessoas em redes, toda a sociedade está se mobilizando, olhando para trás tentando descobrir onde talvez tenhamos errado para chegar até este cenário social e ambiental. Com tantos acontecimentos e tantas reflexões, aos poucos vamos nos dando conta de que parte do problema foi a escolha do estilo de vida baseado na individualidade, no aproveitamento irresponsável dos recursos naturais, na cultura da competição e na ilusão da felicidade pelo consumo.
Definitivamente houve vários equívocos e muitas pessoas que acompanharam o encerramento do ciclo 'dois mil' já começam a tirar as primeiras lições se dando conta da realidade que construímos enquanto seguíamos cegamente pela linha do tempo, e agora estão buscando entendimento em suas áreas sobre o que pode e já está sendo feito para desenharmos a partir da entrada do 'terceiro ciclo' um novo quadro, mais justo buscando semear a concórdia e a harmonia nesta pequena esfera azul.
O que poderia então estar em nossa conciência enquanto participantes deste espetáculo de debates e ações? Podemos pincelar como seria esse despertar de consciência nas áreas mais importantes da atuação humana? Talvez sim, como simples sugestões para futuros aprofundamentos no tema, apesar de estarmos no tempo da ação, da atitude, pois já passamos centenas de anos discutindo diversas teorias e métodos e temos agora muitas receitas, conhecimentos, teorias e tecnologias que podem nos possibilitar uma vida ainda melhor para todos, principalmente nossas crianças. É hora portanto da colheita de tudo o que já foi semeado.
Como estamos sempre aprendendo, a vida no planeta é como participar de uma grande escola. Vejamos então o que aprendemos, quais as novas considerações e atitudes que o cidadão do terceiro milênio tem frente aos desafios sociais e ambientais nas diversas áreas do conhecimento:
[Educação]
Premissa básica: somos seres de referência, aprendemos com modelos.
É um momento de ficar atento às mensagens sutis que nos são transmitidas pelos diversos canais de comunicação, para nós, para nossos jovens e para nossas crianças. Que valores foram e estão sendo semeados em nossa sociedade através da tevê, dos vídeos e do entretenimento. Para demonstrar claramente do que estamos nos referindo: tipo de visão de mundo estava na alma daqueles que criaram o divertido e supostamente inocente desenho animado chamado 'Pica-pau'?
É bom citar esse exemplo simples porque daí podemos entender parte dos descaminhos que grupos sociais inteiros sofrem com o aumento da violência, da competição, do egoísmo e da falta de solidariedade entre as pessoas. Os desenhos com 'lixo educacional' intrínsecos são parte do cenário que hoje conta com produções artísticas, de entretenimento e de notícias muito bem elaboradas para atrair a atenção das pessoas, e de tão sofisticadas tanto servem para alienar as pessoas de sua realidade imediata, quanto servem de modelo para pensarmos e agirmos de forma equivocadamente semelhante em nosso dia-a-dia.
Quem quiser saber sobre violência nos bairros, nas escolas e entre os jovens pode visitar qualquer sala de internet ou 'lan-house' espalhada pelos mais longínquos municípíos brasileiros que certamente vai ouvir o ruído das metralhadoras ecoando entre nossos jovens e crianças acompanhado dos gritos dessa gente tão inocente que tem a mínima consciência da qualidade da educação comportamental - lixo educacional - que estão recebendo naquelo momento: "- Matei!" e o sangue inunda a tela do computador...
É de se perguntar indignadamente onde estão os profissionais de saúde, os promotores, as entidades educacionais que vêem nossas crianças e jovens sendo alunos de uma visão de mundo já ultrapassada que coloca mocinhos contra bandidos, heróis contra vilões e nada fazem sairem da discussão sobre 'censurar ou não censurar' quando deveriam entrar com ações educativas e esclarecedoras perante a sociedade, além de - essa é a parte mais importante - convidar profissionais da educação e programadores de jogos para fazerem algo ainda mais atrativo, livre do lixo da violência, da banalização do sexo e da busca pela riqueza material.
Quem sabe neste terceiro milênio nossas crianças vão ganhar bônus e pontos nos jogos eletrônicos quando agirem de forma solidária, compreensiva aos desafios ambientais e inteligentes emocionalmente. É possível, dá para entender a mente de quem faz um jogo onde roubar e matar pessoas das formas mais violentas ofereça pontos ao jovem e à criança e os apontem como vencedores. Pessoas que fazem jogos para crianças dessa qualidade estão doentes de várias formas e nós como pais temos o direito de impedir que nossas crianças entrem em contato com esse tipo de criação sórdida que somente descaminha, aliena e alimenta um ciclo econômico vicioso além dos danos sociais que batem a todo instante em nossa porta na forma de insegurança e violência.
Sempre é bom repetir que somos seres de referência, e isto significa que aprendemos a agir no mundo a partir da observação, do que captamos pelos sentidos, aprendemos a partir dos exemplos, e considerando isso, a mídia para o terceiro milênio vai precisar se adequar à ecologia humana evitando derramar 'lixo educativo' através das novelas, dos vídeos e da programação de notícia. Tudo isso porque tendemos a replicar o comportamente que vemos, e as nossas crianças e jovens assimilam quase tudo o que observam, comem o que se coloca no prato sem, naturalmente, juízo crítico algum.
[Empresas e instituições]
Muitas empresas estão começando a se alinhar ao pensamento ecológico e à responsabilidade social. Precisamos ainda mais. As empresas precisam ser co-responsáveis pela transformação dos resíduos que seus produtos deixam no ambiente, procurando parcerias com entidades de reaproveitamento, pois, por exemplo, nenhuma arrecadação de impostos justica o comprometimento do meio ambiente, como por exemplo a quantidade de garrafas 'pets' jogadas em nossos rios e mares já poluídos.
É importante lembrar que a natureza intacta é fonte de alimento e renda para a população em geral e indústria alguma tem o direito de retirar essas fontes de riquezas da sociedade, além do bem estar e do prazer que proporciona à nossa vida.
Os desafios para as empresas alinhadas são então: geração de renda local; distribuição do lucro; empresas solidárias; respeito e trato humano com seus funcionários; delicadeza com a natureza; minimizar o resíduo potencial em seus produtos com embalagens recicláveis ou de fácil transformação na natureza; impacto mínimo ambiental; patrocínio de ações educativas e de formação da consciência ecológica entre jovens e crianças.
[Gestão pública]
Com a facilidade das redes e dos sistemas de comunicação está ficando cada vez mais fácil implantar a transparência na gestão pública, e dessa forma a sociedade civil organizada poderá acompanhar a utilização dos recursos. O gestor público alinhado com o novo milênio atua através dos conselhos e dá espaço à população para se manifestar além de facilitar as contas abertas.
[Redes sociais]
As redes sociais desse início de milênio já estão pensando de forma global e atuando localmente. Elas estão tomando consciência de que discutimos muito sobre qual a melhor ideologia, o melhor partido, e agora estão conscientes de que a missão é devolver a alegria no rosto de nossas crianças e ajudar de forma que possamos multiplicar conhecimento entre as pessoas que visem a preservação ambiental e a ecologia humana: o cuidado e carinho mútuo entre as pessoas e com nosso pequeno planeta.
As redes sociais alinhadas com o novo milênio estão cada vez mais globalizando o respeito à diversidade e a solidariedade entre as pessoas e os diferentes povos. Mas elas ainda podem descobrir formas simples de colocar em prática uma agenda mínima de ação conjunta tendo em vista uma participação cada vez maior nas decisões da gestão pública.
A grande maioria está percebendo que é hora de abaixar todas as bandeiras e agir pelos nossos pequeninos e pelo planeta, pois cada um de nós está certo de alguma forma dentro de nossos próprios pontos de vistas e como aqui é uma escola podemos aprender a ver o mundo com os olhos das outras pessoas, sentir seus sentimentos e anseios e depois de boas rodadas de conversas e negociações vamos descobrir juntos que podemos ser felizes simultaneamente, aos mesmo tempo, cada um com sua religião, com sua cultura, com suas crenças a respeito da vida, e todos assumindo o respeito à diversidade como pressuposto básico de nossa existência.
Estamos vivendo um momento que exige sermos multidisciplinares, o terceiro milênio nos convida a compreender um pouco de cada coisa, sobre meio ambiente, solidariedade, economia, culinária, ciência, sobre os astros, os ciclos e sobre o que pode nos fazer verdadeiramente felizes.
Na medida que as redes socais forem se unindo em tornos de objetivos comuns mais força vamos ganhar dentro das decisões políticas, seja a partir das ruas ou nos plenários. As redes sociais do terceiro milênio estão procurando aquilo que as une, agindo nessa direção sempre em conjunto ganhando em força e sinergia.
[Economia e desenvolvimento]
O modelo de entendimento sobre produção de riquezas, trocas e uso dos recursos naturais dessa nova etapa planetária é mais amplo e inclui além das estatísticas formais a qualidade de vida das pessoas, o grau de felicidade e de segurança, e principalmente a perspectiva de um futuro feliz para nossas crianças. São os elementos imaterias que começam a povoar a mente dos economistas do terceiro milênio quando eles procuram uma nova definição do que seja crescimento econômico.
Certamente esses profissionais vão considerar se os rios estão limpos ou poluídos pelas empresas que pagam os impostos e vão entender que é melhor para a comunidade um rio limpo e cheio de vida e fartura do que moeda dentro de um banco que terá destino na maioria das vezes ignorado.
O novos profissionais da economia terão o semblante das crianças e o meio ambiente como parâmetros fundamentais para traçar os novos conceitos do que sejam desenvolvimento social e crescimento econômico.
[Ciência e tecnologia]
A ciência já está despertando para as questões éticas e muitos pesquisadores estão buscando tecnologias de impacto ambiental mínimo. Aqui é importante salientar que ainda existem muitos profissionais que estão criando necessidades de consumo para as pessoas, contribuindo para a geração de resíduos tecnológicos.
O novo cientista é ético, compromissado com o meio ambiente e sabe que quanto menos e mais simples melhor.
[Ambito pessoal]
No âmbito pessoal o momento nos convida a sermos inteligentes emocionalmente. A cultura equivocada de sentir raiva e passá-la a diante pode ir aos poucos saindo de moda. A raiva é consequência de uma realidade que saiu diferente da esperada. O que fazer então? Descarregá-la na primeira pessoa que encontramos pelo caminho? Nos animais? Nas crianças puras e indefesas?
A sugestão do novo momento é a de ficarmos tristes quando as coisas sairam diferentes da esperada. Inicialmente. Depois procurar entender 'como' as coisas aconteceram e agir de forma que possamos recuperar a satisfação de cada um dentro do respeito ao outro e à diversidade.
Receber raiva e devolvê-la é um ato que pode ficar para o passado. A pessoa com inteligência emocional pode aprender a 'resignificar' aquele momento através do diálogo, transmutar essa raiva em compreensão como gesto de carinho tanto ao primeiro quanto às pessoas que estão ao redor, cortando o círculo da raiva de um passar para o próximo.
Cultivar a raiva no coração também vai se tornar obsoleto, pois além de adoecer deixa-nos fechados para a vida. É justamente aqui que entra o perdão e a magia do coração, o lugar onde podemos acender a chama que tudo pode transmutar: a chama sagrada do Amor pode transformar raiva em compaixão.
Temos portanto que no âmbito pessoal o terceiro milênio nos convida a Amar.
[Sentimentos de saciedade e felicidade]
Novos tempos novos conceitos sobre saciedade. O que nos satisfaz e nos dá felicidade? Sair de uma loja de departamentos com a sacola cheia? Que tal um banho de rio de águas cristalinas perto de pessoas que te amam?
Precisamos comer tanto e tantas vezes por dia? Que tal suco de frutas da época e uma tapioca?
Exatamente, nem temos a felicidade nem temos a saciedade: é apenas uma insinuação do comercial que promete um novo homem, uma nova mulher, quando a gente entrar naquele carro do ano. Mas, de carro novo num trânsito que não anda?
Sim, talvez sejamos mais felizes numa cidade onde as pessoas possam andar de carro mais facilmente, quem sabe de bicicleta, quiçá a pé, fazendo nosso sangue circular devolvendo o contato íntimo com a realidade, com a terra.
Um trabalho onde as pessoas estão alí para disputar e comer uns aos outros vivos? Que tal uma empresa onde você seja um dos sócios e que seja um trabalho em equipe, solidário, onde todos saiam ganhando de forma justa no final do mês?
Comer um prato cheio de comida porque está na hora de comer? Que tal reservar alguns dias para provar novos sabores, novos temperos, novas qualidades.
Muito provavelmente nossa saciedade seja alcançada pelo prazer de comer e provar, de estar em companhia de pessoas que nos aceitem como somos e nos ame assim, mesmo quando estamos um pouco desanimados vez por outra. A felicidade que nos alimenta a alma pode ser estar perto das crianças, seres puros e delicados que são os melhores professores do terceiro milênio, brincam, caem, choram, e logo sorriem e voltam a se divertir.
O alimento dessa nova etapa planetária pode ser estar perto das árvores, dos rios limpos, do cantos livre dos pássaros, da sinfonia da floresta com seus sons e seu silêncio. Talvez seja tempo de criação de novas praças, parques, bosque e reservas florestais.
A nova felicidade pode estar na mão de outra pessoa que está na mão de outra pessoa formando assim uma grande roda de celebração e agradecimento por tudo o que Deus nos dá, gratuitamente, espontaneamente. Sim, nosso alimento e felicidade pode estar na gratidão. Sim, gratidão é uma palavra chave.
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Mais do que nunca estamos percebendo que estamos de fato numa escola, e é muito bom ver a oportunidade de estarmos vivos neste momento histórico do planeta dessa forma. Muito provavelmente nosso maior inimigo seja a ignorânia, principalmente a ignorância orgânica, sobre nossos anseios, desejos, vontades, instintos, necessidades afetivas e emocionais.
Distanciamo-nos muito da sala de aula viva, da natureza, onde podíamos aprender livremente com as plantas, os animais, correr, pular, cair, rolar, brincar nas poças d´água... A escola da vida natural nos permitia expressar melhor nossos sentimentos, seja através das artes, das danças, das rezas, das rodas, dos trabalhos comunitários, e os ciclos naturais estavam mais presentes dentro de nosso organismo, e tínhamos nosso corpo como aliado à felicidade, sempre pronto para falar o que se passava no coração.
Estamos vivendo bons momentos - são passados apenas oito anos do terceito milênio - e o resgate das tradições nativas estão a todo vapor, os povos originários se mobilizando, saindo do eclipse cultural e mostrando as suas riquezas. Talvez seja uma boa época para aprender com nossos ancestrais, como eles faziam para viver melhor e mais felizes, como distinguiam as diversas qualidades do choro dos bebês, como mantinham a saúde através da da relaçao com a terra...
A escola da natureza é tão importante quanto a escola formal, e elas se complementam trocando informações entre sí. É o respeito à diversidade que pode permear toda a nossa trajetória de aprendizagem a partir de agora. A globalização uniu todas as redes, inclusive as redes solidárias e humanas, e estamos ganhando cada mais espaço, mais alcance, pois os modelos econômicos baseados no poder, no lucro cego e na força estão se esvaziando aos poucos, e uma nova realidade, mais justa, mais humana, ecológica desponta no horizonte.
Muita gente está despertando para esse novo momento planetário, dando a sua contribuição, descobrindo coisas novas, ampliando a consciência e a forma de ver o mundo, pois tudo aquilo que precisa ser reconstruído neste planeta foi fruto da ignorância e desde já podemos afirmar que sempre é tempo de aprender e ensinar, ajudando como alunos e professores a devolver o brilho nos olhos de nossas crianças enquanto se divertem livres perto da natureza tranquila e segura: "- Que alegria papai!"
Conheça agora os destaques da semana:
Notícias: Próximos eventos:
(Os números antes de cada título correspondem respectivamente ao mês e dia do início do evento) Páginas:
- Portal do Ediurb - Cartografia da Transformação
Vídeos: Áudios:
O Poder da Certeza - meditação
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Abraços e uma semana de brilho nos olhos.
Equipe SunNet querida arroba sunnet.com.br
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PS1: Nossas mensagens podem ser partilhadas livremente entre amigos e nas diversas redes de relacionamento, pessoas que estão em sintonia com o despertar. A SunNet simplesmente aponta para redes ressonantes com o sentimento de respeito à diversidade.
PS2: Para se cadastrar e receber os informes SunNet em sua caixa postal clique no link abaixo:
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Hora do recreio:
Mundial -------
Joãozinho, ao descobrir que nasceu no Brasil, seu pai na Alemanha e sua mãe no Japão, pergunta:
- Nossa, e como foi que nos conhecemos?
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Letra de música:
'Acalma'
Quando o tempo é de confusão mantenha a calma no seu coração mantenha a calma - calma!
Mantenha a fé e o pé no seu caminho Mantenha o seu caminho Mantenha a alma - acalma!
Acalma - você já chegou aqui Calma - para prosseguir
A fé para botar o pé no caminho A conquistar.
Quando o tempo é de armação Mantenha firme a sua mão Mantenha aceso o coração Atenção!
Mantenha a alegria que você já é não deixe que eles venham destruir O sonho por menor que for Seria destruir o amor.
Sempre bom a gente relembrar A calma não é irmã da frouxidão A calma é a força, adonde a gente engendra a solução da ação.
E a gente pode muito mais Conquistar.
Xote, coco, maracatu e baião.
(Gonzaguinha)
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paz diversidade gratidão simplicidade gentileza liberdade perdão beleza esperança fartura amor solidariedade criatividade natureza
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