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| Princípios da Agroecologia e da Permacultura |
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| Notícias - Ecoterra | |||
| Escrito por LuaEstrela | |||
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Princípios da Agroecologia e da Permacultura: serão estes os mais importantes? Precisamos de uma ajuda para inserir estes princípios corretamente em um projeto.- Científicos: maior ciclagem de nutrientes: manter o sistema co-produzindo biomassa verde e orgânica, evitando perdas negativas de nutrientes e de energia; aceleração de produção de matéria orgânica com o uso de compostagem, vermicompostagem, tamboragem, adubos verdes com micorizas e rizobios; o estudo da alelopatia ou combinação simpática ou simbiôntica vegetal, mutualistica ou não; o estudo do resgate de carbono da atmosfera por florestas nativas, plantadas, consórcios agroflorestais; manutenção de cadeias tróficas naturais; adubação orgânica húmica e equilíbrio maior fisiológico das plantas cultivadas, estudado pela Teoria da Trofobiose (FR), e o impacto do uso de agrotóxicos e da adubação química na seiva vegetal e a menor qualidade nutricional; o princípio da precaução e a perda da biodiversidade natural e de espécies tradicionais pelo uso de organismos modificados; a polinização punitiva dos ogms nas produções tradicionais, entre outros.
- Sociais: Capacidade de diversificação maior da produção gerando maiores alternativas de renda e qualidade de vida para os produtores; menor dependência dos agricultores a comodities e do preço de grandes grupos, corporações e pacotes tecnológicos; combate a erosão genética e cultural, respeitando as tradições seculares brasileiras; democratização das informações e fortalecimento da participação popular; esforço para fixação do agricultor e da juventude rural, geração de produtos agregados e agregação de valor, capacitação em artesanato e agroindustrialização, valorização do trabalho da mulher e dos idosos.
- Econômicos: Novas alternativas econômicas sustentáveis; melhoria da qualidade de vida e da segurança alimentar com a agroecologia; menores perdas e prejuízos ou custos ambientais e ecológicos; menor dependência a corporações transacionais como de agrotóxicos e de transgênicos, incremento a certificação participativa como a Rede Ecovida e a certificadoras credenciadas, renda direta ao produtor, sem a dependência de atravessadores, economia solidária, com feiras livres, maior relação produtor e consumidor, e feiras de troca, maior capacidade de formação de bancos de microcrédito e populares, fortalecendo o eixo fundamental entre a produção local, consumo local e economia no transporte de produtos, aumentando o empreendedorismo social.
- Políticos: A agroecologia e a permacultura é fundamental para a segurança alimentar brasileira e mundial, e para o combate direto nas perdas muito intensas da biodiversidade, erosão genética, extinção de espécies e controle do aquecimento global e destruição causada por mudanças climáticas acentuadas; democráticos: a participação popular tem sido mais intensa no associativismo agroecológico, com mutirões e pesquisa participativa. Nosso instituto é pioneiro no Brasil em unir a agroecologia, com alguns princípios da agricultura biodinâmica, goetheanismo e da permacultura primeiramente, que formam uma abordagem prática e potencial na maior sustentabilidade dos recursos naturais. Porem agroecologia não pode servir apenas como um fator importante na geração de renda, o chamado “capitalismo verde”, porem pode ser fundamental na melhoria da qualidade de vida, e isto significa, que é necessário estudar-se novos valores e hábitos que possam ser utilizados em uma alimentação mais saudável e nutritiva. Os alimentos agroecológicos chegam a ter 10.000 vezes mais vitaminas, sais minerais, oligoelementos, enzimas e coenzimas que os convencionais ou produzidos apenas agroquimicamente. Então temos este caráter inter e transdisciplinar importante, na relação entre um solo vivo, agricultura biológica viva, alimento vivo, que gera uma nutrição vital e integral viva e, portanto, como conseqüência surge uma medicina preventiva mais integra e viável, de menor custo. Isto é fundamental para as classes sociais mais desfavorecidas e para a melhoria da consciência da base de nossa sociedade. Na moderna educação ambiental, valoriza-se muito a integração da agroecologia, com a nutrição integral e vital e a medicina natural. Outra questão é no âmbito do aproveitamento das sementes e produtos agrícolas, onde destacamos a importância do artesanato, da arte popular, e de sua geração de renda, onde tudo pode ser fator decisivo na fixação do agricultor familiar no campo, refletindo em alternativas de renda melhores para sua família, gênero feminino e jovem. A mesma linha de pensamento é importante nas favelas e bairros de maior pobreza urbana. Os resultados deste olhar e forma de atuação se refletem positivamente no sentido de que não apenas o ator mais ativo das famílias atendidas através de nossos projetos é diretamente beneficiado por nossas metas, que correspondem aos pais e os trabalhadores, mas toda a sua família assimila gradativamente as novidades, reaprendizados e resgates dos conhecimentos tradicionais que costumamos apresentar e destacar. Assim o papel da mulher também é valorizado e adquire uma grande importância quando enfocamos a alimentação saudável, que combate à fome, a miséria e a subnutrição, ou as atividades artísticas, novas sementes, usam de instrumentos da arte-educacão e artesanato que são muito observadas pelas crianças. Por isso que há uma atmosfera de alegria e de entusiasmo nas nossas atividades práticas, na busca conjunta de soluções para as comunidades, onde irradiamos a força e qualidade de nossos projetos e iniciativas. Contudo, há na realidade o destaque a educação de crianças e jovens, que estão mais abertos, críticos e exigentes na absorção de novos conteúdos, sobretudo ecológicos. Toda esta gama de ações poderá ser articulada com associações de produtores rurais, com as federações representativas como a Fetaesc, Fetraf-Sul, Rede Ecovida, sindicatos rurais, empresários, certificadoras, UFSC, UDESC, UNISUL, Univalle, Unioeste, para que surjam alternativas para a melhoria da qualidade de vida e preservação da agricultura familiar em nosso estado Mauro Schorr e Maristela Ogliari Coordenação Geral Instituto Anima de Desenvolvimento e Cultura Sustentável Sitio Cristal Dourado Espaço Terapêutico Pulsar Rua Servidão Jaborandi, no. 900 - Bairro Campeche - Florianópolis - SC Brasil - 880635-035 Fones 48 3338 2267 - 9133 3661 Site: Portal da Vida: www.institutoanima.pop.com.br
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