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| Notícias - Ponto de vista | |||
| Escrito por LuaEstrela | |||
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Floresta em pé, dinheiro na mão Afonso Capelas Jr. - Planeta Sustentável - 22/06/2011 Preservar florestas nativas rende mais lucros do que derrubá-las. Essa é a síntese de um estudo inovador publicado este mês pelo Pnuma - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que já causa uma grande repercussão no mundo. Coordenado pelo economista Carlos Eduardo Young, da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, em conjunto com o biólogo Rodrigo Medeiros, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, o trabalho intitulado Contribuição das Unidades de Conservação para a economia nacional aponta que as áreas naturais protegidas - entre elas parques nacionais e estaduais, florestas nacionais e estaduais, além de reservas extrativistas - cumprem inúmeras funções que geram benefícios à maioria dos brasileiros, inclusive setores da economia hoje em franco crescimento. O estudo cita exemplos concretos de ganhos econômicos que, quase sempre, passam despercebidos pela sociedade: "Parte expressiva da qualidade e da quantidade da água que compõe os reservatórios de usinas hidrelétricas, provendo energia a cidades e indústrias, é assegurada por unidades de conservação. O turismo que dinamiza a economia de muitos dos municípios do país só é possível com a proteção de paisagens proporcionada pelas unidades de conservação. O desenvolvimento de fármacos e cosméticos consumidos cotidianamente, em muitos casos, utilizam espécies protegidas por unidades de conservação". O esforço no combate às mudanças climáticas também tem um forte aliado na preservação dessas paisagens naturais. "Ao mitigar a emissão de CO2 e de outros gases de efeito estufa provenientes da degradação de ecossistemas, as unidades de conservação ajudam a controlar a concentração desses gases na atmosfera do planeta", diz Young. As análises do trabalho trazem estimativas palpáveis do potencial econômico que pode ser gerado pelas unidades de conservação brasileiras. Algumas delas: - Apenas a produção de toras de madeira extraídas de áreas manejadas de florestas nacionais e estaduais da Amazônia pode gerar de R$ 1,2 bilhão e R$ 2,2 bilhões, por ano. É mais do que toda a madeira nativa extraída atualmente no país; - Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/floresta-em-pe-dinheiro-na-mao-631833.shtml
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