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Espaço do Erveiro - Banhos e formas de uso Imprimir E-mail
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Notícias - Arte e cultura
Escrito por LuaEstrela   

Espaço do Erveiro - Banhos e formas de uso

Maio de 2008 - JUS

Salve sagrados irmão­zinhos e irmãzinhas em Mãe Natureza.

No mês anterior passamos de uma forma bastante objetiva a forma de uso das ervas nas defumações. Recebemos muitos e-mails pedindo que, da mesma forma simples e objetiva, falássemos dos banhos e formas de uso. Vamos aos banhos:

A água é concentradora do ele­men­to vegetal. A energia aquática carre­ga a força vegetal, fazendo com que ela seja absorvida mais facilmente pelo nosso espírito. Não esqueça que nosso corpo humano é formado por pelo menos 75% de água.

Nosso fator aquático humano, em con­tato com o fator aquático carre­gado de energia vegetal, se funde, formando assim, energeticamente falando, um elemento mais fácil de ser absorvido pelo nosso organismo espi­ritual. É o veiculo que o espírito vegetal encontra para se unir a nós.

Preparar os banhos não requer mui­ta prática. Requer muito amor e bom senso.

O banho pode ser preparado quen­­te ou frio, depende do tipo de erva a ser utilizada.

Se for usar apenas ervas ou flores frescas, pode coloca-las, depois de lavadas em água corrente, em uma bacia ou panela com água fria e deixar por umas duas horas. Esse processo cha­ma-se maceração. Você pode tam­bém, nesse processo, amassar as ervas com as mãos, dentro da bacia com água e depois deixa-las descansar por uma hora, coberta com um pano bran­co. Ë muito positivo também, nesse caso, acender uma vela branca ao lado do preparo, e na reza evocatória pedir que ilumine e envolva o preparo com as energias do fogo vivo.

Essa prática é muito positiva, pois enquanto você amassa as ervas com as mãos, pode fazer a reza ativadora, e ali, pode ter certeza, o banho já co­me­çará agir no seu campo astral. Men­ta­lize a aura vegetal envolvendo suas mãos, absorvendo a partir da palma delas, todo o negativismo, as formas pensamento, os miasmas astrais do seu espírito.

Se as ervas forem secas, mesmo que sejam folhas, flores, raízes ou cas­cas, simplesmente coloque água para ferver em uma panela e quando atingir a fervura, coloque as ervas já separa­das dentro da água, deixe ferver por um minuto e desligue. Tampe e deixe amornar.

Você pode unir os dois processos, fazendo a fervura com as ervas secas e depois de amornar, fazer a mace­ração com esse preparo e as ervas frescas.

Depois disso, deixe o preparo des­can­sar e coe antes de usar.

Podemos coar o banho porque já con­centramos na água aquilo que pre­cisamos da erva, seu organismo espiri­tual energético.

Os banhos são administrados após o banho normal.

Ao terminar seu banho higiênico, levante a panela acima de sua cabeça e faça essa oração:


Senhor Deus, meu amado Pai Criador, Amada Mãe Terra,

Amada Mãe Água, Sagradas

Forças Vegetais, peço de coração que abençoem esse banho.

Que ele seja verdadeira força viva em minha vida, em meu campo energético, proporcionando saúde espiritual e física, limpeza astral, e que todas as formas de vida atuando negativamente em minha vida sejam alcançadas por ele e assim tenham também em sua vida os efeitos positivos dessas ervas.

Assim seja e assim será.


Ao terminar de jogar esse preparo sobre o corpo, respire profundamente umas três vezes e mentalize círculos coloridos à sua volta, descendo pelo seu corpo em espirais nas seguintes cores: verde, azul, violeta, branco e rosa.

Deixe alguns instantes assim, com o banho em seu corpo, sem enxaguar e sem enxugar também. Deixe seu espí­rito vibrar junto com a erva. Sinta a energia viva envolven­do seu corpo físico e espiritual e pene­trando nos corpos internos e nos ór­gãos, muitas vezes doentes e debilita­dos.

Preferencialmente tome os banhos antes de dormir, exceto os energéticos e estimulantes, que devem, preferen­cial­mente,  ser tomados pela manhã.

Em relação à quantidade, a pro­porção é sempre um bom punhado para cada meio litro de água. O resíduo de ervas usado para o preparo dos ba­nhos, deve ser devolvido à natureza. Ou à terra do jardim ou a um rio. Como parte e continuidade da magia, essa prática deve acompanhar a intenção de o elemento natural, água ou terra, receber e diluir todo e qualquer resíduo negativo em que a prática de magia esteja envolvida.

Se jogada num rio, tomar o cuidado para não jogar saco plástico ou outro material sintético, mas somente os resíduos vegetais; regra que também se aplica a resíduo de velas, porque na­da mais são do que parafina, ele­mento petroquímico. Não precisa­mos poluir ainda mais a natureza.

É isso, turminha, como disse, não percam a partir do próximo mês as fichas de ervas, separadas por Tronos Divinos, Orixás e suas ações, aplica­ções energéticas, elementais, e muito mais.

Sucesso, saúde e muito poder natural a todos!


Adriano Camargo

Erveiro da Jurema

(11) 4177-1178

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http://www.ventosdearuanda.com.br/

 
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