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| Dez mandamentos para salvar o mundo e a humanidade - Evo Morales |
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| Notícias - Sociedade em ação | |||
| Escrito por LuaEstrela | |||
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Dez mandamentos para salvar o mundo e a humanidade - Evo Morales O Presidente coloca 10 mandamentos para salvar o mundo e a humanidade Nova York, 21 abril (ABI) O presidente Evo Morales Ayma colocou segunda-feira passada, no VII Período do Fórum Indígena da Organização das Nações Unidas (ONU), dez mandamentos para salvar o mundo, a vida e a humanidade. Os dez mandamentos estão referidos ao respeito pela terra, renúncia à guerra, relações bilaterais sem imposição, água e terra como direitos humanos, energia limpa, não aos biocombustíveis, serviços básicos, priorizar o que se produz, promover a diversidade da cultura e viver bem através de um socialismo comunitário, em harmonia e com a Mãe Terra. Morales Ayma afirmou que ante o tema da salvação da humanidade, da vida e do planeta terra há somente dois caminhos: optar pela recuperação da forma de vida, a harmonia com a mãe terra e a vida, ou seguir o caminho do capitalismo e a morte. "Os povos indígenas não vamos calar até alcançar uma verdadeira mudança", assegurou o Presidente boliviano, quem disse que a proposta surge porque o movimento indígena-camponê Nesse marco, Morales assinalou que se o que se quer salvar é o planeta Terra, a vida e a humanidade, a primeira obrigação é acabar com o sistema capitalista, principal responsável de atentar contra o meio ambiente. "Os grandes efeitos das mudanças climáticas não são produto dos seres humanos em geral, mas do sistema capitalista vigente, inumano, com desenvolvimento industrial ilimitado, por isso sinto que é importante acabar com a exploração aos seres humanos e acabar com o saque dos recursos naturais", manifestou o Chefe de Estado. Nesse marco, Morales colocou como primeiro mandamento, acabar com o sistema capitalista, se isso não for feito será impossível pensar que haverá igualdade e justiça neste planeta Terra. "Se quer salvar o planeta, é preciso terminar e erradicar o modelo capitalista e conseguir que o norte pague a dívida ecológica ao invés de que os países do sul e de todo o mundo paguem a dívida externa". Segundo: Renunciar à guerra, porque nas guerras não ganham os povos, só ganham os impérios, nas guerras não ganham as nações mas as transnacionais. As guerras beneficiam a pequenas famílias e não aos povos. Terceiro: Um mundo sem imperialismo nem colonialismo. São importantes as relações bilaterais e multilaterais porque somos da cultura do diálogo e da convivência social, mas essas relações não devem ser de submissão de um país a outro. Quarto: A água como um direito humano e de todos os seres viventes deste planeta. Alguém dizia que sem luz pode viver, mas não sem água, portanto a água é a vida, por isso não é possível que haja políticas que permitam privatizar só a água. Nesse marco o Presidente da República da Bolívia propôs uma convenção internacional da água para proteger as fontes desse recurso hídrico para que se garanta como um direito humano e assim evitar sua privatização. Quinto: Desenvolvimento de energia limpa e amigável com a natureza, acabar com o esbanjamento de energia. Em 100 anos estamos acabando com a energia fóssil que foi criada em milhões de anos. "Evitar que se promovam os biocombustíveis, não é possível entender que alguns presidentes e modelos de desenvolvimento econômico possam reservar terras para fazer funcionar automóveis de luxo e não para alimentos do ser humano". Sexto: Respeito à mãe Terra. Nenhum experto ou especialista pode debater com os dirigentes indígenas sobre o respeito à mãe Terra.Deve-se ver como influir desde o movimento indígena a outros setores sociais, urbanos e rurais para que entendam que a terra é nossa mãe. Sétimo: Os serviços básicos, como a água, luz, educação, saúde, comunicação e transportes devem ser levados em conta como um direito humano, não pode ser um negócio privado, mas um serviço público. Oitavo: Consumir o necessário, priorizar o que produzimos e consumir o produzido localmente, acabar com o consumismo, o esbanjamento e o luxo. Não é entendível que algumas famílias só busquem o luxo, enquanto que milhões e milhões não tem possibilidades de viver bem. Nono: Promover a diversidade de culturas e economias. Somos muito diversos e mesmo que o movimento indígena sempre foi excluído, ele está apostando à unidade na diversidade. Um Estado multinacional, onde todos estão ao interior desse Estado: brancos, morenos, pretos, loiros. Décimo: Não é nenhuma novidade o viver bem, só trata-se de recuperar a vivência de nossos antepassados, viver bem, que não é viver melhor às custas do outro. Devemos construir um socialismo comunitário e em harmonia com a mãe Terra. - Espanhol - original El Presidente plantea 10 mandamientos para salvar al mundo y la humanidad Nueva York, 21 abr (ABI).- El presidente Evo Morales Ayma planteó este lunes, ante el VII Periodo del Foro Indígena de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), diez mandamientos para salvar al mundo, la vida y la humanidad. Los diez mandamientos están referidos al respeto a la tierra, renuncia a la guerra, relaciones bilaterales sin imposición, agua y tierra como derechos humanos, energías limpias, no a los biocombustibles, servicios básicos, priorizar lo que se produce, promover la diversidad de la cultura y el vivir bien a través de un socialismo comunitario, en armonía y con la Madre Tierra. Morales Ayma afirmó que únicamente quedan dos caminos para salvar a la humanidad, la vida y al planeta tierra, o se opta por la recuperación de la forma de vivencia, la armonía con la madre tierra y la vida, o seguir el camino del capitalismo y la muerte. "Los pueblos indígenas no nos vamos a callar hasta lograr un verdadero cambio", aseguró el Presidente boliviano, quien dijo que la propuesta surge porque el movimiento indígena-campesino del hemisferio tiene ética para hablar del medioambiente, porque se constituye en la reserva moral de la humanidad. En ese marco, Morales señaló que si se quiere salvar al planeta Tierra, la vida y la humanidad, la primera obligación es acabar con el sistema capitalista, principal responsable de atentar contra el medioambiente. "Los grandes efectos de los cambios climáticos no son producto de los seres humanos en general, sino del sistema capitalista vigente, inhumano, con desarrollo industrial ilimitado, por eso siento que es importante acabar con la explotación a los seres humanos y acabar con el saqueo de los recursos naturales", manifestó el Jefe de Estado. En ese marco, Morales planteó como primer mandamiento, si se quiere salvar al planeta Tierra, la vida y la humanidad estamos en la obligación de acabar con el sistema capitalista, si no lo se lo hace será imposible pensar que habrá igualdad y justicia en este planeta Tierra. "Si se quiere salvar el planeta, hay que terminar y erradicar al modelo capitalista y lograr que el norte pague la deuda ecológica en vez de que los países del sur y de todo el mundo paguen la deuda externa". Segundo: Renunciar a la guerra, porque en las guerras no ganan los pueblos, solo ganan los imperios, en las guerras no ganan las naciones sino las transnacionales. Las guerras benefician a pequeñas familias y no a los pueblos. Tercero: Un mundo sin imperialismo ni colonialismo. Son importantes las relaciones bilaterales y multilaterales porque somos de la cultura del diálogo y de la convivencia social, pero esas relaciones no deben ser de sometimiento de un país a otro. Cuarto: El agua como un derecho humano y de todos los seres vivientes de este planeta. Alguien decía que sin luz puede vivir, pero no sin agua, por tanto el agua es la vida, por lo que no es posible que haya políticas que permitan privatizar solo el agua. En ese marco el Presidente de la República de Bolivia propuso una convención internacional del agua para proteger las fuentes de ese recurso hídrico para que se garantice como un derecho humano y así evitar su privatización. Quinto: Desarrollo de energías limpias y amigables con la naturaleza, acabar con el derroche de energía. En 100 años estamos acabando con la energía fósil que ha sido creada en millones de años. "Evitar que se promuevan los biocombustibles, no se puede entender que algunos presidentes y modelos de desarrollo económico puedan reservar tierras para hacer funcionar automóviles de lujo y no para alimentos del ser humano". Sexto: Respeto a la madre Tierra. Ningún experto o especialista puede debatir con los dirigentes indígenas sobre el respeto a la madre Tierra, se debe ver cómo influir desde el movimiento indígena a otros sectores sociales, urbanos y rurales para que entiendan que la tierra es nuestra madre. Séptimo: Los servicios básicos, como el agua, luz, educación, salud, comunicación y transportes deben ser tomados en cuenta como un derecho humano, no puede ser de negocio privado, sino de servicio público. Octavo: Consumir lo necesario, priorizar lo que producimos y consumir lo local, acabar con el consumismo, el derroche y el lujo. No es entendible que algunas familias solo busquen el lujo, a cambio de que millones y millones no tengan posibilidades a vivir bien. Noveno: Promover la diversidad de culturas y economías. Somos tan diversos, aunque el movimiento indígena que siempre ha sido excluido está apostando a la unidad en la diversidad. Un Estado plurinacional, donde todos están al interior de ese Estado, blancos, morenos, negros, rubios. Décimo: No es ninguna novedad el vivir bien, solo se trata de recuperar la vivencia de nuestros antepasados, vivir bien, que no es vivir mejor a costa del otro. Debemos construir un socialismo comunitario y en armonía con la madre Tierra. Agencia de Prensa Alternativa Humanista "Sur" (APAHs) - Fonte: http://abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20080421154503&k= ou http://www.elmundo.com.bo/Secundarianew.asp?edicion=22/04/2008&Tipo=Nacional&Cod=7640
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