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| Curso Medicina Ancestral Brasileira na Unipaz - SP |
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| Notícias - Mural | |||
| Escrito por LuaEstrela | |||
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Curso Medicina Ancestral Brasileira na Unipaz - SP A Universidade Internacional da Paz (Unipaz), unidade São Paulo-Capital, oferece o curso Medicina Ancestral Brasileira, com Kaká Wera Jecupé, índio de origem tapuia, ambientalista, terapeuta e escritor, que fundou em 1994 o Instituto Arapoty, voltado para fortalecer os valores sagrados e éticos das culturas indígenas, difundir suas cosmovisões e tecnologias sociais e gerar possibilidades de desenvolvimento sustentável. O curso faz parte do Programa de Aprimoramento Transcultural da Unipaz e tem como objetivo divulgar os valores e técnicas provenientes da medicina nativa do Brasil, utilizando-as para aprofundamento pessoal e profissional. Por ter como fonte a antiga cultura tupy, que se desmembrou em diversas etnias e grupos ao longo da história do Brasil, essa medicina é chamada Ecomedicina Tupy. Segundo Kaká Werá Jecupé, “ela cuida do ser humano de forma integrada. Focaliza o ser, o corpo, o espaço ecológico, a importância da ancestralidade na saúde física, psíquica e mental, bem como as questões pertinentes à harmonização do ambiente ecológico e pessoal. Busca a consciência da natureza como mãe do homem pois, ao conhecê-la, nos conhecemos melhor”. O curso é organizado em quatro módulos: Tupã Tenondé: O poder de cura da natureza Os recursos da natureza como fontes de cura e apoio no tratamento terapêutico. A natureza pode ajudar o ser humano a superar problemas físicos, depressões, estresse, síndrome do pânico e crises de origem psicológica através da utilização das águas, argila, energias do Sol e da Lua. Yvira-cy: A árvore ancestral Os povos indígenas do Brasil até hoje cultuam os antepassados. Tradições orientais, africanas e mesmo culturas européias do passado dedicam cultos à ancestralidade. Tais manifestações, em essência, não têm a finalidade de preservação do sofrimento, mas de libertação da alma. A importância da ancestralidade na saúde psíquica, social e cultural de uma pessoa, uma família e uma nação. A relação com nossa ancestralidade pode causar prosperidade ou miséria, doença ou saúde, vigor ou fraqueza, medo ou coragem. Avanembô: Os três mundos e os quatro estados da mente Na cultura tupy, a palavra ireko busca designar a mente e sua tradução mais próxima é “estado de ser”. De acordo com a visão tupy, a disposição mental é que determina o sucesso ou fracasso, o bom ou o mal, a harmonia ou desarmonia, a conexão com o divino ou a conexão com seres de limitação astral. Kuaracy-Korá: O círculo da cura O círculo da cura é o espaço na natureza onde acontece o rito de harmonização com as energias do Céu e da Terra. Ele é uma representação do espaço interior do ser humano em perfeita sintonia com o Cosmo e suas qualidades primordiais de expressão da vida. O microcosmo como espelho do macrocosmo. Compreender os símbolos vivos do círculo de cura: o fogo sagrado, os quatro elementos, as influências da Lua e do Sol, o movimento, a respiração, o som e o sopro. Integram-se ao círculo de cura os seguintes aprendizados: Porã-Hey – orações e cantos; Ambá – a construção do altar interior; a cura do espaço sagrado – a casa, o corpo e o meio ambiente. Serviço: Curso Medicina Ancestral Brasileira com Kaká Werá Jecupé (Envolverde/Assessoria) - Fonte: http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68732&edt=1
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