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Notícias - Campanhas e manifestos
Escrito por LuaEstrela   

Boletim Eletrônico Campanha Não Bata Eduque!

Acabar com o Castigo Físico e Humilhante contra Crianças e

Adolescentes no Brasil e na América Latina

Eduque! Colabore você também para esta causa!

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Prevenção e Repressão à Violência

contra Crianças e Adolescentes http://www.redepsi.com.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=46

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Violência
 
Holofotes ligados sobre o caso Isabella Nardoni

29/04/2008

Todos os dias, cerca de duas crianças são assassinadas no Brasil por seus pais ou parentes, segundo dados do ministério da Saúde. Outras tantas sofrem espancamento, abandono e abuso sexual. Mas por que só o caso da menina Isabella chama atenção?

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Violência
 Pronasci investe R$ 6,7 bilhões na prevenção e repressão à violência

23/08/2007

Lançado nesta segunda-feira, dia 20/08, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania – Pronasci, vai investir R$ 6,7 bilhões até 2012 para combater a violência no país aliando iniciativas sociais com repressão à criminalidade. De responsabilidade do Ministério da Justiça, o programa engloba 94 ações a serem desenvolvidas em conjunto com outros órgãos do governo, estados e municípios. A princípio, 11 regiões metropolitanas - identificadas com os mais altos índices de criminalidade do Brasil - serão foco do Pronasci, que envolve modernização das instituições, valorização e formação de profissionais da segurança, combate à corrupção e ao crime organizado, bem como a promoção de programas locais com a participação da comunidade.

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Violência
 Abuso infantil leva à depressão na maturidade, diz estudo

03/01/2007

As crianças que sofrem abusos são mais vulneráveis a sofrerem de depressão grave quando adultas, segundo alertou um estudo divulgado hoje.
A probabilidade de que um menor sofra uma depressão quando crescer aumenta 59% se a criança esteve sujeita a abusos físicos. A porcentagem chega a 75% para menores que passam por vários tipos de maus-tratos.

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Violência
 Estudo da ONU revela que crianças são vítimas de violência no mundo inteiro

18/12/2006

Em 20 de novembro passado, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, lançou em Genebra, Suíça, um alentado volume de quase 400 páginas – 384, diga-se em favor da precisão – no qual dados aterradores de toda espécie de violência contra a criança, praticada no mundo inteiro, encontraram uma abrangência, articulação e consistência metodológica até então inéditas.

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Violência
 Assassinatos de crianças e adolescentes aumentaram 306% no período de 1980 a 2002

06/12/2006

Os assassinatos de crianças e adolescentes aumentaram 306% no período de 1980 a 2002, segundo o estudo "Homicídios de Crianças e Jovens no Brasil", que acaba de ser divulgado pelo Centro de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo – um dos dez Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP, também conhecido como Núcleo de Estudos da Violência (NEV).

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Boletim Eletrônico Campanha Não Bata Eduque!

Punições corporais e psicológicas contra crianças e adolescentes, como palmadas, chineladas e ameaças, são práticas habituais em quase todas as sociedades.

 

Erroneamente encarados como ferramentas essenciais para a disciplina, estes castigos, que variam em intensidade, estão infelizmente presentes em muitas casas, escolas e outras instituições.

Embora para o senso comum, a "Pedagogia da Palmada" seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos.

 

Além disso, ensina a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem física frente ao outro. O castigo físico e humilhante imposto à infância poderá ter reflexos negativos ao longo da vida da criança.

 

Ademais, constituem uma violação aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade física das crianças.


Missão de Rede

Não Bata, Eduque!

Contribuir para o fim da prática dos castigos físicos e humillhantes,seja no meio familiar, escolar ou comunitário.


Castigo físico e humilhante


É uma forma de violência aplicada por uma pessoa adulta com a intenção de disciplinar para corrigir ou modificar uma conduta indesejável. É o uso da força causando dor física ou emocional à criança ou adolescente agredido. É uma forma de violência contra a criança e uma violação de seu direito à dignidade e integridade física.

Site: http://www.naobataeduque.org.br/

Saiba mais sobre os efeitos negativos do castigo físico e humilhante

 

 

Os efeitos do castigo físico e humilhante não podem ser generalizados para todas as crianças, pois dependem da experiência de vida de cada um e da configuração familiar em que a criança encontra-se inserida.

 

Entretanto, uma conseqüência direta do uso do castigo físico é o aprendizado, por parte da criança, de que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem frente ao outro, principalmente física (como no caso do adulto frente à criança). E este aprendizado é transportado para outras relações da criança, como para a sua relação com um irmão mais novo, por exemplo. Também percebemos que, em muitos casos em que a criança sofre com castigos físicos e violências psicológicas freqüentes, ela pode apresentar um perfil retraído, introvertido. Se a criança não tiver uma rede de apoio forte (outros parentes ou outras pessoas que lhe sejam significativas e que lhe tratem de maneira diferente), a sua auto-estima fica tão comprometida que vemos como consequências a insegurança, o medo, a timidez, a passividade e a submissão.

Site: http://www.naobataeduque.org.br/

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"Eliminar e produzir uma resposta ao problema da violência contra crianças é talvez ainda mais desafiante no contexto da família – considerada por muitos como a esfera mais privada entre todas as esferas privadas.

No entanto, o direito da criança à vida, ao desenvolvimento saudável, à dignidade e à integridade física não terminam na porta de entrada do lar. Tampouco aí terminam as obrigações do Estado em garantir estes direitos às crianças.."

 

Paulo Sérgio Pinheiro
Relatório da ONU sobre a Violência contra Crianças 2006

 

 

 

 


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